2015 : 

« Cosmogonie », Casa Cactos - Coworking Criativo, Montes Claros - MG, Brasil

« Cosmogonie II », Territorio Catrumano, Montes Claros - MG, Brasil

 

« Phénomène » ,Casa de Cultura Marcia Prates, Montes Claros - MG, Brasil

Coletânea fotografica « Cosmogonie » e « Phénomène », Museu Regional do Norte de Minas, Montes Claros - MG, Brasil

 

 « Phénomène II » para o V Colóquio Internacional em Desenvolvimento Social na Universidade Estadual de Montes Claros UNIMONTES - MG, Brasil

2016 : 

« Viagem ao Coração do Aupaba », Montes Claros Shopping - MG, Brasil

 

Exposição coletiva « Les Feux De La Déesse », Espace des Arts de Chalon-sur-Saône (71), França

 
 COSMOGONIE
CASA CACTOS coworking criativo
05/2015

"Quando fui convidado a participar do projeto cenográfico da exposição Cosmogonie em 2015, ainda como estudante de arquitetura, vi-me diante de um desafio que me tiraria da caixa limitante que era a academia, e que me posicionaria frente a frente ao artista. Giom trazia uma percepção inspiradora atrelada ao enorme desejo de realização de um sonho: mostrar o seu trabalho em um ambiente propício a receber aquele evento.

 

Trabalhar em equipe com Giom nas escolhas de materiais, definição do projeto luminotécnico, estudo cromático, fluxos e ambientação, tornava aos poucos aquela ideia materializada. Era possível sentir arte pelas entranhas do estúdio, e também pelas nossas. Trabalhar naquela cenografia se tornou uma paixão frente ao desafio, ao tornar possível a transformação de um espaço vazio em arte momentânea e profunda.

 

As fotos de Guillaume tornavam vivo aquele ambiente — não obstante o contraste com os elementos de brevidade e passagem temporal: flores mortas, lama seca, galhos quebrados, luz e sombra. Os quadros transmitiam emoções, tiravam o fôlego, provocavam curiosidade e prendiam a atenção de quem caminhava pelo espaço.

 

A identificação dos elementos e das particularidades do olhar criativo do artista constituiu a forma final da ambientação, em grande parte através do fundo neutro e o contato com a natureza, em conjunção com as formas geométricas, despretensiosamente, e sem tirar o foco do seu trabalho. Ficamos todos muito contentes com o resultado e foi um grande prazer participar daquela construção que tanto me acrescentou."

« Quand j’ai été invité à participer au projet scénographique de l’exposition Cosmogonie en 2015, comme étudiant en architecture, je me suis vu face à un défit qui me sortirait des limites de l’académie et qui me positionnerait face à l’artiste qui apportait une perception artistique inspirante liée à l’énorme désir de matérialiser un rêve: montrez son travail dans un environnement propice à l’organisation de cet événement.

 

Travailler en équipe avec Giom dans les processus nécessaires à cette réalisation, dans le choix des matériaux, la définition du projet d'éclairage, l'étude des couleurs, la fluidité et l'ambiance ont progressivement rendu cette idée palpable. il était possible de sentir l'art à travers les entrailles du studio, et aussi à travers les nôtres. Travailler sur cette scénographie est devenu une passion face au défi, en voyant la possibilité de transformer un espace vide en art - momentané et profond.

 

Les photos de Guillaume demeuraient vivantes dans cet environnement - même souvent représentées avec des éléments qui dépeignent la brièveté et le passage dans le temps: fleurs mortes, boue sèche, branches cassées, ombre et lumière; ces images véhiculaient des émotions, coupaient le souffle, suscitaient la curiosité et retenaient l'attention de ceux qui traversaient l'espace.

 

L’identification de ces éléments et des caractéristiques de l’œil créatif de l’artiste a permis de créer le décor final, en grande partie grâce au fond neutre et au contact de la nature liés à des formes géométriques, sans prétention et sans détourner le regard de son travail. Nous étions tous très contents du résultat et ce fut un grand plaisir de participer à cette construction qui m'a beaucoup apporté. »

"When I was invited to participate in the Cosmogonie Exhibition scenographic project in 2015, still as an architecture student, I was faced with a challenge that would take me out of the limiting box that was the academy, and that would position me face to face with the artist. Giom brought an inspiring insight tied to the overwhelming desire to realize a dream: to showcase his work in an environment conducive to hosting that event.

 

Working as a team with Giom in the choice of materials, definition of lighting design, chromatic study, flows and ambiance, gradually turned the idea into materialization. It was possible to feel art through the veins of the studio, as well as ours. Working on the set became a passion for the challenge, making it possible to transform an empty space into momentary and profound art.

 

Guillaume's photos brought this atmosphere to life — despite the contrast with the elements of brevity and temporal passage: dead flowers, dried mud, broken branches, light and shade. The pictures conveyed emotions, took the viewer’s breath away, aroused curiosity and held the attention of those who walked through the space.

 

The identification of the elements and the particularities of the artist's creative sight constituted the final form of the setting, largely through the neutral background and the contact with nature, in conjunction with the geometric forms, without much pretense and without taking the focus off his work. We were very happy with the result and it was a great pleasure to participate in that construction that added me so much."

 

Breno Nery

Architect + Design

"O primeiro contato com as obras de Giom foi inquietante: rostos humanos, outras realidades ali tão próximas das minhas. ‘Tem um quê de melancolia em suas obras, né?’ Perguntei, e ele sorriu. Ele sorriu porque sabia que aquelas fotografias às vezes eram espelhos. A maneira com que suas obras metamorfoseiam-se e adaptavam-se ao seu espectador me fascinava.

 

A obra capta um breve instante da existência humana, aquele instante em que estamos perdidos em nós mesmos, e que só é possível estando inteiramente só. A natureza efêmera do momento, do sentido e do sentimento eternizada pelas lentes de Giom leva-me a imaginar tudo aquilo que meus olhos não alcançam.

 

Quem são? Onde estão? O que sentem? Mas ao dar margem à minha fantasia me peguei olhando para aquelas estranhas fotografias de pessoas desconhecidas e me perguntei: ‘Quem sou? Onde estou? O que sinto?’ No fim, talvez isso seja a função da arte: revirar você por dentro e te levar a um infinito de indagações e incertezas. Enfim... gostando ou não, uma coisa é certa: ninguém permaneceu indiferente."

«Le premier contact avec les œuvres de Giom fut troublant: des visages d’autres humains, d’autres réalités si proches des miennes. "Il y a un peu de mélancolie dans tes œuvres, non?" Lui ai-je demandé et il a souri. Il a souri parce qu'il savait que ces photographies étaient parfois des miroirs. La façon dont ses œuvres se métamorphosent et s'adaptent à leur spectateur m'a fasciné.

L'œuvre capture un laps de l'existence humaine. Cette seconde dans laquelle nous sommes perdus en nous, et ce n’est possible qu’en était seul face à soi-même. L’éphémère du moment, le sens et le sentiment éternisés par l’objectif de Giom me font imaginer tout ce que mes yeux ne peuvent pas atteindre.

 

Qui sont ils ? Où sont-ils ? Que ressentent-ils ? Mais lorsque j'ai cédé à mon fantasme, je me suis retrouvé à regarder ces étranges photographies d'étrangers et je me suis demandé : «Qui suis-je ? Où suis-je ? Qu'est-ce que je ressens ?» En fin de compte, peut être est-ce cela l’art, vous tournant vers l’intérieur et vous conduisant à une infinie de questions et d’incertitudes. Quoi qu'il en soit... qu'on le veuille ou non, une chose est sûre: personne n’est resté indifférent.»

"The first contact with Giom's works was unsettling: human faces, other realities so close to mine. 'There's a bit of melancholy in your works, right?' I asked, and he smiled. He smiled because he knew those photographs were sometimes mirrors. The way his works metamorphose itself and adapted to his viewer fascinated me.

 

The work captures a brief moment of human existence, that moment when we are lost in ourselves, only possible when we are entirely alone. The ephemeral nature of the moment, the sense and the feeling eternalized by Giom's lenses makes me imagine everything that my eyes cannot reach.

 

Who are they? Where are they? What do they feel? But as I gave way to my fantasy, I found myself looking at those strange photographs of strangers and wondering: ‘Who am I? Where am I? What do I feel?’ In the end, perhaps this is the function of art: to turn yourself inside out and lead you to an infinite realm of questions and uncertainties. Anyway... appreciating it or not, one thing is certain: no one remained indifferent."

 

Raissa Niquita,

Architect & Writer.

 
 PHÉNOMÈNE
CASA DE CULTURA MARCIA PRATES
07/2015

      "A arte tem o poder de nos transformar e canalizar nossos sentimentos mais profundos para serem compartilhados com outras pessoas. Eu, sendo musicista, estou sempre consumindo arte, mas na maioria das vezes estou mais presa ao meu próprio nicho artístico, a música. Sempre consumi a fotografia na internet, por meio de redes sociais, fotografias estas, muitas vezes, sem muita intenção artística. Quando recebi o convite para comparecer à Exposição Phénomène fiquei empolgada, pois era algo que não acontecia muito aqui em Montes Claros, e que também eu não tinha muito hábito de prestar atenção. Quando finalmente me deparei com os quadros, me senti transportada para os cenários das fotografias. É mágica a maneira como a fotografia pode captar momentos únicos, e Giom capta esses momentos com muita sensibilidade, desempenhando a transformação dos cenários de Phènomène em cenas que revelam uma melancolia e uma saudade de estar num lugar que nunca estive. A arte, em todas as suas vertentes, pode trazer reflexão e pode mudar vidas.

 

Giom sempre me pareceu um artista sensível, com um fascinante senso crítico em relação à realidade, e, principalmente, dono de uma impressionante capacidade criativa para transformar seu olhar em obras de arte impactantes, além de um ser humano que inspira bondade e luz. Phénomène mudou algo dentro de mim como pessoa e como artista, pois acredito que não se pode passar ileso depois de um contato com verdadeiras obras de arte. Elas atravessam nosso ser e não somos mais os mesmos depois desse atravessamento; somos transformados. O conceito de Phénomène de transformar cenários abandonados em lugares onde se pode imaginar todo tipo de história, por si só, já nos faz refletir sobre as histórias de cada lugar – do que pode ter acontecido ali em outra época, se tornando o que é hoje. Eu fui atravessada pela música ainda adolescente, e a música me transformou e me salvou. Também fui atravessada pelo teatro, e enfim fui atravessada pela Phénomène. Todas essas experiências artísticas me transformaram e mudaram algo muito profundo dentro de mim."

      "L'art a le pouvoir de nous transformer et de canaliser nos sentiments les plus profonds à partager avec les autres. Moi, en tant que musicien, je consomme toujours de l'art, mais la plupart du temps je suis plus attaché à ma propre niche artistique, la musique. Toujours J'ai consommé de la photographie sur internet, à travers les réseaux sociaux, ces photographies, plusieurs fois, sans grande intention artistique. Quand j'ai reçu l'invitation à assister à l'exposition Phénomène, j'étais excité, car c'était quelque chose qui ne se passait pas beaucoup ici à Montes Claros, et cela aussi Je n'avais pas l'habitude de faire attention. Quand je suis finalement tombé sur les peintures, je me suis senti transporté vers les scénarios des photographies. C'est magique la façon dont la photographie peut capturer des moments uniques, et Giom capture ces moments avec une grande sensibilité, effectuant la transformation des scénarios de Phènomène dans des scènes qui révèlent une mélancolie et un désir d'être dans un endroit où je n'ai jamais été. L'art, sous tous ses aspects, peut apporter de la réflexion et peut changer des vies.

Giom m'a toujours semblé un artiste sensible, avec un sens critique de la réalité fascinant et, surtout, avec une capacité créative impressionnante à transformer son regard en œuvres d'art impactantes, en plus d'un être humain qui inspire la gentillesse et la lumière. Phénomène a changé quelque chose en moi en tant que personne et en tant qu'artiste, car je pense qu'on ne peut pas rester indemne après un contact avec de véritables œuvres d'art. Ils traversent notre être et nous ne sommes plus les mêmes après cette traversée; nous sommes transformés. Le concept de Phénomène de transformer des scénarios abandonnés en des lieux où vous pouvez imaginer toutes sortes d'histoire, en soi, nous fait déjà réfléchir sur les histoires de chaque lieu - de ce qui peut s'y être passé à une autre époque, devenir ce qu'il est aujourd'hui . J'ai été traversé par la musique à l'adolescence, et la musique m'a transformé et m'a sauvé. J'ai aussi été traversé par le théâtre, et finalement j'ai été traversé par Phénomène. Toutes ces expériences artistiques m'ont transformé et changé quelque chose de très profond en moi. "

    Art has the power to transform us and channel our deepest feelings to share it with others. As a musician, I am always consuming art, but most of the time I am more attached to my own artistic niche, music. I have always consumed photography on the internet, through social networks, often photographs without much artistic intention. When I received the invitation to attend the Phénomène Exhibition I was excited because it was something that did not happen much here in Montes Claros, and that I too was not in the habit of paying attention. When I finally came across the pictures, I felt transported to the photo backdrops. The way photography can capture unique moments is magical, and Giom captures those moments with great sensitivity, transforming Phénomène's scenes into scenes that revealed to me a melancholy and a longing to be in a place I've never been. Art, in all its aspects, can bring reflection and change lives.

 

Giom has always struck me as a sensitive artist with a fascinating critical sense of reality, and above all, an impressive creative ability to transform his sight into striking works of art, as well as a human being who inspires kindness and light. Phénomène has changed something within me as a person and as an artist, as I believe that one cannot pass unharmed after the contact with true works of art. They cross our being and we are no longer the same after this crossing; we are transformed. Phénomène's concept of transforming abandoned scenarios into places where one can imagine every kind of story, and by itself, already makes us reflect on the stories of each place – what may have happened there in another time, becoming what it is today. I was struck by music as a teenager, and the music transformed me and saved me. I was also crossed by the theater, and finally I was crossed by Phénomène. All of these artistic experiences have transformed me and changed something very deep within myself."

Michelle Marques,
Guitarist & Composer

Vues d'exposition: installation photographique Phénomène

     "Guillaume Petit é um jovem fotógrafo francês possuidor de uma percepção aguda, e extrema criatividade ao enquadrar a imagem que escolhe para eternizar. É um caçador feroz e assaz sensível, dono de uma sabedoria no olhar que nos revela sua imaginação. Seu trabalho vai ao encontro de um acaso ecoado no tempo, a natureza espelhada, a história marcada pela imagem que, simultaneamente, agride e assedia o espectador. Suas fotografias mostram o reconhecimento da experiência de mundo do artista, cada uma narrando uma história que pode ser modificada a partir do olhar crítico e reflexivo daquele que examina sua obra. 

O mundo contemporâneo possui formas de fazer e perceber a arte que têm sido modificadas pelos meios de comunicação, pelas novas tecnologias e foi acolhida pela cidade de Montes Claros a qual não deixa nada a desejar aos grandes centros em seu fazer artístico, embora localizada no norte do Estado de Minas Gerais, envolta pela carência econômica, exala a riqueza cultural possibilitando e ampliando a formação estético-social de seus artistas e daqueles acolhidos por ela, por manter a diversidade cultural como um vulcão em constante atividade.

Phénomène teve sua abertura em 25 de junho de 2015 e ficou até o dia 06 de julho do mesmo ano, na Casa de Cultura Márcia Prates, em Montes Claros, cidade nortemineira que é conhecida como a cidade da arte e da cultura. Acolhedora de artistas de todos os lugares do mundo, mantém a cultura em ebulição, pois é uma cidade em que a arte — seja popular, folclórica ou erudita — corre na veia de seus habitantes e está sempre pulsando no coração das pessoas, podendo, neste sentido, ser comparada à cidade natal de Guillaume. Beaune é uma cidade interiorana francesa que foi eternizada pelo olhar estético do fotógrafo e apresentada aos montesclarenses através de sua simplicidade artística e percepção poética.

A exposição Phénomène ancora-se na ideia de mostrar tudo aquilo que está sujeito à ação dos nossos sentidos, tudo que é momentâneo, extraordinário e surpreendente. É um acontecimento marcante para expor o quão admirável é a percepção de Guillaume em relação ao que se estabelece ao seu redor, sua percepção de mundo, de natureza, de si mesmo, sua forma de registrar as pessoas e suas expressões faciais, que magnetizam o olhar do espectador. Nesta exposição também foram apresentadas fotografias da exposição anterior, Cosmogonie

Phénomène surgiu para acrescentar à nossa cultura interiorana os conhecimentos e o olhar diferenciado do jovem artista. O evento narra uma história em que o retrato marca o tempo e comunica a poesia, invoca a voz interior do artista, que em sua sensibilidade aguçada consegue desafiar o espectador e evocar todos os seus sentidos. Em sua abertura, Phénomène instiga a visão com as fotografias de Guillaume; a audição com as músicas francesas cantadas por Maria Amélia Callado acompanhada do pianista Carmerindo Miranda; o paladar e o olfato pelo maravilhoso buffet de cardápio francês que o próprio artista ajudou a preparar; deixando apenas o tato para ser exercido no momento de cumprimentar as pessoas, assinar o livro de presença e experimentar o espaço aconchegante que é a Casa de Cultura Márcia Prates.

A exposição é uma viagem sinestésica a partir do olhar de Guillaume Petit, que está voltado para o mundo contemporâneo, para a hibridização artística e para as tecnologias eletrônicas. Enquanto se apodera do mundo visível criando paisagens sígnicas, Guillaume explora um ambiente imaginativo e crítico, restaurando a sensibilidade do receptor para o mundo em que vive."

       "Guillaume Petit est un jeune photographe français doté d'une perception affinée et d'une extrême créativité pour cadrer l'image qu'il souhaite perpétuer. Il est un chasseur féroce et très sensible, en plus de possédé une certaine sagesse dans le regard afin de révéler son imagination. Ses photographies cherchent une coïncidence qui résonne dans le temps, la nature dispersée, l'histoire marquée par l'image qui frappe et intimide simultanément le spectateur. Elles montrent la reconnaissance de l'expérience mondiale de l'artiste et chaque photographie raconte une histoire qui peut être modifiée à partir du regard critique et réfléchi de celui qui examine son travail.

Le monde contemporain dispose des moyens de réaliser et de percevoir l'art qui ont pu être modifiés par les médias, par les nouvelles technologies et le travail de Guillaume a été accueilli par la ville de Montes Claros, qui ne laisse rien à désirer aux grands centres artistiques, bien que située au nord de l’État du Minas Gerais et entourée de privations économiques, dégage une richesse culturelle qui permet et élargit la formation esthético-sociale de ses artistes et de ceux qu’elle accueille, en maintenant la diversité culturelle en tant que volcan en activité constante.

Phénomène a été inaugurée le 25 juin 2015 et est restée jusqu'au 6 juillet de la même année à la Casa de Cultura Márcia Prates, dans la ville de Montes Claros, au nord du pays, connue comme la ville de l'art et de la culture et accueillant des artistes du monde entier outre le maintien de la culture en ébullition, car il s'agit d'une ville où l'art traverse les veines de sa population, qu'elle soit populaire, folklorique ou érudite, l'art vibre à chaque instant dans le cœur des personnes et peut être approché dans ce sens de la ville natale de Guillaume. Beaune est une ville de campagne française et a été marquée par l'aspect esthétique du photographe en tant que phénomène permettant de montrer aux Montesclarenses sa simplicité artistique et sa perception poétique.

L’exposition Phénomène est ancrée dans l’idée de montrer tout ce qui est soumis à l’action de nos sens, tout ce qui est extraordinaire, surprenant et momentané. Un événement remarquable pour montrer à quel point la perception de Guillaume de ce qui l’entoure est admirable, sa perception du monde, de la nature, de lui-même, sa façon d’enregistrer les gens et ses expressions faciales qui magnétisent le regard du spectateur. Cette exposition présentait également des photographies de l'exposition précédente, Cosmogonie.

Phénomène a émergée pour ajouter à notre culture locale pays les connaissances et le regard différencié du jeune artiste. L'événement raconte une histoire dans laquelle l'image marque le temps et communique la poésie, invoque la voix intérieure de l'artiste qui, dans sa grande sensibilité, parvient à défier le spectateur et à évoquer tous les sens. Lors de son ouverture, Phénomène incarne la vision avec les photographies de Guillaume, l'audition avec les chansons françaises interprétées par Maria Amélia Callado, accompagnée par le pianiste Carmerindo Miranda, le goût et l'odorat du merveilleux buffet à la française que l'artiste lui-même a aidé à préparer, laissant juste le tact à exercer lors de l'accueil des gens, de la signature du carnet de présence et de l'expérience de l'espace chaleureux qu'est la Maison de la Culture Marcia Prates.

L’exposition est un voyage synesthétique du regard de Guillaume Petit qui se concentre sur le monde contemporain, l’hybridation artistique, les technologies électroniques. En s'emparant du monde visible en créant des paysages significatifs, Guillaume explore un environnement imaginatif et critique, restaurant la sensibilité du récepteur au monde dans lequel il vit."

    "Guillaume Petit is a young French photographer with keen insight and extreme creativity in framing the image he chooses to eternalize. He is a fierce and very sensitive hunter, who has a wisdom in his eyes that reveals his imagination. His work meets the chance echoed in time, the mirrored nature, the story marked by the image that simultaneously assaults and harasses the viewer. His photographs show the recognition of the artist's world experience, each one narrating a story that can be modified from the critical and reflective gaze of the one who examines his work.


The contemporary world has the means to realize and to perceive the art which could be modified by the media, by the new technologies and the work of Guillaume was welcomed by the city of Montes Claros, which leaves nothing to be desired with the big artistic centers, although located in the north of the state of Minas Gerais and surrounded by economic deprivation, exudes a cultural richness which allows and widens the esthetico-social formation of its artists and those which it hosts, while maintaining the cultural diversity as a volcano in constant activity.

Phénomène had its opening on June 25, 2015 and stayed until July 6 of the same year, at the Márcia Prates House of Culture, in Montes Claros, a city located in the north of Minas Gerais that is known as the city of art and culture. Welcoming to artists from all over the world, it keeps the culture boiling, because it is a city where art — whether popular, folk or classical — runs through the veins of its inhabitants and is always beating in the hearts of the people. In this sense, it could be compared to the hometown of Guillaume. Beaune is a French country town that was eternalized by the aesthetic look of the photographer and presented to the montesclarenses through its artistic simplicity and poetic perception.

The Phénomène exhibition is based on the idea of showing all that which is subject to the action of our senses; all that is ephemeral, extraordinary and surprising. It is a remarkable event to expose how admirable is Guillaume's perception of what is around him, his perception of the world, of nature, of himself, his way of registering people and his facial expressions, which magnetize the sight of the viewer. This exhibition also featured photographs from the previous one, Cosmogonie.”

Phénomène has emerged to add to our culture the knowledge and differentiated look of the young artist. The event tells a story in which the portrait marks the time and communicates poetry, invokes the artist's inner voice, which in its keen sensitivity manages to challenge the viewer and evoke all his senses. In his opening, Phénomène instigates the vision, with Guillaume’s photographs the photographs of Guillaume; the hearing, with the French songs interpreted by Maria Amélia Callado, accompanied by the pianist Carmerindo Miranda; the taste and smell by the wonderful French menu that the artist himself helped to prepare; leaving only the tact to be exercised when greeting people, signing the attendance book and experiencing the cozy space that is the House of Culture Marcia Prates.

The exhibition is a synaesthetic journey through the eyes of Guillaume Petit, who is focused on the contemporary world, artistic hybridization and electronic technologies. As he seizes the visible world by creating signic landscapes, Guillaume explores an imaginative and critical environment, restoring the receiver's sensitivity to the world in which he lives.

Mel Callado,
Professor of Music at the Department of Arts Unimontes University

Ouverture de l'exposition Phénomène: Opéra en français chanté par 

Maria Amélia Callado et accompagnée du pianiste Carmerindo Miranda.

Texte narratif à propos de "PHÉNOMÈNE: Un recueil de photographie d'Art sur le solitude, le temps et le silence" recopié sur une façade intérieure de la salle d'exposition.

Affichage des oeuvres Cosmogonie dans la cours de la Casa de Cultura Márcia Prates à Montes Claros, Brésil.

 
 VOYAGE AU COEUR DE L'AUPABA
MonteS claros shopping
10/2016

Dans le cadre du programme Bem Cultural, le centre commerciale de Montes Claros présente l'exposition photographique «Voyage au coeur de l'Aupaba» réalisé par l’artiste français Guillaume Petit. Le mot « aupaba », en tupi-guarani, signifie « Lieu d’Origine ».

 

L’exposition sera ouverte le mercredi 28 septembre jusqu'au 28 octobre, dans le couloir principal. L'exposition rassemble une trentaine d'images, une rétrospective des œuvres réalisées au Brésil.

 

De retour au Brésil, après un an d'absence, Guillaume Petit propose une nouvelle œuvre, fruit d'une longue expérience initiatique au Brésil. L'exposition «Voyage au coeur de l'Aupaba» se présente comme un chemin qui conduit à la rencontre des communautés traditionnelles, de leurs représentations culturelles et de leurs lieux de vie influencés par la nature et leurs forces. D'autre part, elle nous invite à contempler les manifestations cosmiques de la beauté universelle. 

 

À travers ce parcours, l'exposition développe une réflexion autonome de la pratique photographique en relation avec les travaux de recherche scientifique, l'expérience spirituelle et la vision artistique. «Elle consiste non pas seulement à illustrer les modes de vie des civilisations traditionnelles brésiliennes, mais également à nous amener à repenser nos propres modes de représentation de la réalité.», explique l'artiste. 

 

À propos de l'artiste

Guillaume Petit est né à Villeurbanne, en France. En 2014, il a poursuivi ses études au Brésil en tant qu'invité du programme de maîtrise en développement social de l'Université d'État de Montes Claros - MG. Diplômé en Beaux-Arts, obtenu en 2016, le DESMA (Master of Fine Arts and Media) de l'École Media Art e|m|a|fructidor. À Montes Claros, il a présenté en 2015 trois expositions, la première Cosmogonie, puis Cosmogonie II et Phénomène. 

 

Un peu plus sur Bem Cultural

Le projet Bem Cultural, lancé par Montes Claros Shopping en avril de cette année, est permanent et gratuit. Il propose au public des spectacles de danse, de musique, de théâtre, de beaux-arts, entre autres. Chaque semaine, le centre commercial propose une option de divertissement faisant la promotion d'événements culturels régionaux, mettant en valeur les artistes de la ville et offrant aux visiteurs de nouvelles expériences de loisirs et de bien-être.

"Na programação do Bem Cultural, o Montes Claros Shopping apresenta a exposição fotográfica “Voyage au Coeur de l’Aupaba” (Viagem ao Coração do Aupaba), do artista francês Guillaume Petit. A palavra Aupaba, em tupi-guarani, significa o Lugar de Origem.


A exposição será aberta nesta quarta-feira (28/09), e ficará disponível para visitação do público até o dia 28 de outubro, na Expansão. A mostra reúne cerca de 30 imagens, numa visão retrospectiva das obras realizadas no Brasil.

 

De volta ao Brasil, após um ano ausente, o artista Guillaume Petit oferece um novo trabalho, resultado de uma longa experiência iniciada no Brasil. A exposição “Voyage au Coeur de l’Aupaba” se apresenta como um caminho que conduz ao encontro das comunidades tradicionais, de suas representações culturais e de seus lugares de vida influenciados pela natureza e suas forças. De outro lado, ela convida a contemplar as manifestações cósmicas da beleza universal.

Através desse percurso, a exposição desenvolve uma reflexão autônoma da prática fotográfica em relação com o trabalho de investigação cientifica, a vivência espiritual e a visão artística. “Ela consiste não somente a ilustrar os modos de vida das civilizações tradicionais do Brasil, mas convida igualmente a repensar nossos próprios modos de representações da realidade” destaca o artista.

Sobre o artista

Guillaume Petit nasceu em Villeurbanne, França. Em 2014, ele continuou seus estudos no Brasil, como estudante convidado do programa de Mestrado em Desenvolvimento Social da Universidade Estadual de Montes Claros – MG. Formado em Artes Plásticas, obteve em 2016, o Mestrado em Belas Artes e Mídia (DESMA) na École Média Art e|m|a|fructidor. Em Montes Claros, já apresentou, em 2015, três exposições, a primeira Cosmogonie, em seguida, Cosmogonie II e Phénomène.

Um pouco mais sobre o Bem Cultural
O projeto Bem Cultural, lançado pelo Montes Claros Shopping em abril deste ano, é permanente e gratuito e oferece ao público, apresentações de dança, música, teatro, artes plásticas, dentre outras. A cada semana, o shopping apresenta uma opção de entretenimento que promove as manifestações culturais regionais, valorizando os artistas da cidade e proporcionando aos visitantes novas experiências de lazer e bem-estar."

"As part of the Bem Cultural program, the commercial center of Montes Claros presents the photographic exhibition "Journey to the heart of Aupaba" directed by French artist Guillaume Petit. The word "aupaba", in Tupi-Guarani, means "Place of Origin".

The exhibition will be open on Wednesday 28 September until 28 October, in the main hall. The exhibition brings together some thirty images, a retrospective of the works made in Brazil.

Back in Brazil, after a year of absence, Guillaume Petit proposes a new work, fruit of a long experience of initiation in Brazil. The exhibition "Journey to the heart of Aupaba" is a path that leads to the meeting of traditional communities, their cultural representations and their places of life influenced by nature and their forces. On the other hand, it invites us to contemplate the cosmic manifestations of universal beauty.

Through this journey, the exhibition develops an autonomous reflection of photographic practice in relation to scientific research, spiritual experience and artistic vision. "It is not only about illustrating the lifestyles of traditional Brazilian civilizations, but also about rethinking our own ways of representing reality," says the artist.

About the artist

Guillaume Petit was born in Villeurbanne, France. In 2014, he continued his studies in Brazil as a guest of the Master's Program in Social Development at Montes Claros State University - MG. Graduated in Fine Arts, obtained in 2016, DESMA (Master of Fine Arts and Media) from School Media Art e | m | a | fructidor. At Montes Claros, he presented three exhibitions in 2015, the first Cosmogonie, then Cosmogonie II and Phénomène.

A bit more about Bem Cultural
The Bem Cultural project, launched by Montes Claros Shopping in April this year, is permanent and free. It offers the public performances of dance, music, theater, fine arts, among others. Each week, the mall offers an entertainment option that promotes regional cultural events, showcasing local artists and providing visitors with new leisure and well-being experiences."

http://virtualnorter.siteprofissional.com/eventos

Entretien avec la chaîne de TV brésilienne, GLOBO pour parler un peu de l'exposition Voyage au Coeur de l'Aupaba

Conversation avec l'artiste: ses références et vues sur d'autres travaux comme photographe, écrivain et dessinateur

 
Les Feux de la Déesse
espace des Arts de chalon-sur-sâone
06/2016

Halo,

Sculpture éphémère à l'Espace des Arts 

Matériel: Branches de platane

Dimension: 200 x 200 cm

Guillaume Sébastien Petit, 2016

Le Platane est associé à Gaïa, déesse mère de la Terre et à Tanit, déesse de la fertilité  dont le temple était protégé par son bois, par précaution contre la peste et l’infection de l’air (Gustave Flaubert - Salammbô). Sa feuille en forme de main est la manifestation de la présence divine. On le considère l'Arbre de le Vie dans la mythologie grecque, symbole de la régénération dû à son écorce qui se régénère, par plaques tel la peau du serpent). Il servit à construire le cheval de Troie.

O Platano está associado a Gaya, deusa mãe da Terra e Tanit, deusa da fertilidade cujo templo foi protegido por sua madeira, como precaução contra a praga e a infecção do ar (Gustave Flaubert - Salammbô). Sua folha em forma de mão é a manifestação da presença divina e é considerada a Árvore da Vida na mitologia grega, um símbolo de regeneração devido à sua casca regeneradora, em placas como a pele da cobra. Foi usado para construir o cavalo de Tróia.

The Platane is associated with Gaia, god mother of the Earth and Tanit, goddess of fertility whose temple was protected by its wood, as a precaution against the plague and the infection of the air (Gustave Flaubert - Salammbô). Its hand-shaped leaf is the manifestation of the divine presence and is considered the Tree of Life in Greek mythology, a symbol of regeneration due to its regenerating bark, in plates such as the skin of the snake. It  was used to build the Trojan horse.

Sur l'exposition collective LES FEUX DE LA DÉESSE:

             Cette exposition s’inscrit dans le cursus de second cycle de l’École Média Art de Chalon-sur-Saône. Elle présente les travaux de seize étudiantes et étudiants élaborés dans le cadre d’un workshop proposé par l’artiste Laurent Montaron et le commissaire d’exposition Yoann Gourmel autour de notions d’exposition, de décor, d’apparition et de projection.
Le point de départ de cette exposition est une œuvre de l’un de ses participants : une maquette d’appartement dont les murs sont éclairés par un dispositif motorisé reproduisant le balayage de phares de voitures passant à travers ses fenêtres. Modifié et transposé dans l’espace d’exposition, ce dispositif scénographique élaboré collectivement dessine une architecture invisible et mouvante dans laquelle les œuvres se trouvent brièvement éclairées, comme à travers des fenêtres fantômes. Paysages intérieurs et monde extérieur se confrontent ainsi dans des œuvres qui semblent animées d’une vie propre, formant un parcours en séquences propice à la rêverie.
Par intermittence, on y croise entre autres une peinture d'ombres et les miettes d'une histoire d'écureuil mangeant un petit Lu, des photos qui n'ont pas toujours été floues et un défilement de cieux suivant une technologie à rebours, un plafond se prenant pour une forêt et un poteau vêtu de fourrure, la silhouette d’une divinité hybride et une boîte de médicaments rédigée dans une langue du futur, des bâtiments mutiques sans fenêtre et un autre, hystérique, qui en est recouvert, des objets ayant perdu la mémoire et des lumières qui dansent avec des corps sur des temps différents, le tout expliqué comme autant d’exercices d’aérobic.
L’exposition est accompagnée d’une publication détournant la maquette d’un catalogue commercial de la Citroën DS 19 de 1960. Produite pour l’occasion, elle réunit sous forme de collages, des images et des textes considérés comme autant de fils enchevêtrés ayant contribué à l’élaboration et à l’articulation des œuvres présentées dans l’exposition. Comment projeter une idée, une forme, une image à l'aide de la lumière que l'on a dans la tête ? Les feux de la déesse dévoilent les reflets de quelques lueurs scintillantes.

Les étudiants de l'école d'art Ema Fructidor discute autour de l'exposition LES FEUX DE LA DÉESSE à l'Espace des Arts de Chalon-sur-Sâone.

This exhibition is part of the graduate program of the École Média Art in Chalon-sur-Saône. It presents the work of sixteen students developed in the framework of a workshop proposed by the artist Laurent Montaron and the curator Yoann Gourmel around notions of exhibition, decoration, appearance and projection.
The starting point of this exhibition is a work by one of its participants: an apartment model whose walls are lit by a motorized device reproducing the scanning of car headlights passing through its windows. Modified and transposed in the exhibition space, this collectively elaborated scenographic device draws an invisible and moving architecture in which the works are briefly illuminated, as though through ghost windows. Interior landscapes and the outside world are thus confronted in works that seem to be animated by a life of their own, forming a sequence of sequences conducive to daydreaming.
Intermittently, we come across, among other things, a painting of shadows and the crumbs of a squirrel story eating a little Lu, photos that have not always been fuzzy and a scroll of skies following a technology in reverse, a ceiling taking for a forest and a post dressed in fur, the silhouette of a hybrid deity and a box of medicines written in a language of the future, silent buildings without windows and another, hysterical, which is covered, objects having lost their memory and lights that dance with bodies on different times, all explained as so many aerobics exercises.
The exhibition is accompanied by a publication diverting the model of a commercial catalog of the Citroën DS 19 of 1960. Produced for the occasion, it brings together in the form of collages, images and texts considered as so many entangled wires having contributed to the development and articulation of the works presented in the exhibition. How to project an idea, a shape, an image using the light that we have in the head? The fires of the goddess unveil the reflections of some glittering gleams.

Source: legrandchalon360.fr

             Esta exposição faz parte do programa de pós-graduação da École Média Art em Chalon-sur-Saône. Apresenta o trabalho de dezesseis estudantes desenvolvidos no âmbito de uma oficina proposta pelo artista Laurent Montaron e pelo curador Yoann Gourmel em torno de noções de exposição, decoração, aparência e projeção.
O ponto de partida desta exposição é uma obra de um de seus participantes: um modelo de apartamento cujas paredes são iluminadas por um dispositivo motorizado que reproduz o escaneamento dos faróis dos carros que passam por suas janelas. Modificado e transposto no espaço expositivo, este dispositivo cenográfico elaborado coletivamente desenha uma arquitetura invisível e comovente na qual as obras são brevemente iluminadas, como se fossem janelas fantasmas. Paisagens interiores e o mundo exterior são assim confrontados em obras que parecem animadas por uma vida própria, formando uma sequência de sequências propícias ao devaneio.
Intermitentemente, encontramos, entre outras coisas, uma pintura de sombras e migalhas de uma história de esquilo comendo um pouco de Lu, fotos que nem sempre foram confusas e um pergaminho de céu seguindo uma tecnologia ao contrário. tomada de teto para uma floresta e um poste vestido de pele, a silhueta de uma divindade híbrida e uma caixa de remédios escritos em uma linguagem do futuro, edifícios silenciosos sem janelas e outros objetos histéricos, cobertos tendo perdido a memória e as luzes que dançam com os corpos em momentos diferentes, tudo explicado como muitos exercícios de aeróbica.
A exposição é acompanhada de uma publicação que diverte o modelo de um catálogo comercial do Citroën DS 19 de 1960. Produzido para a ocasião, reúne na forma de colagens, imagens e textos considerados tantos fios entrelaçados, contribuiu para o desenvolvimento e articulação dos trabalhos apresentados na exposição. Como projetar uma idéia, uma forma, uma imagem usando a luz que temos na cabeça? Os fogos da deusa revelam os reflexos de alguns reluzentes cintilantes.

Laurent Montaron et Yoann Gourmel présentent au public l'exposition LES FEUX DE LA DÉESSE à l'Espace des Arts de Chalon-sur-Sâone, 2016.